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Meio ano após o enfarte, Casillas tirou as chuteiras do cacifo

Este artigo tem mais de 6 anos

O guarda-redes portista assinalou meio ano desde o enfarte que o tem mantido afastado dos relvados, partilhando a fotografia de um momento simbólico em que tira, seis meses depois, as chuteiras do seu cacifo do balneário.

As chuteiras ainda estavam lá, seis meses depois daquele primeiro dia do mês de maio em que Iker Casillas se sentiu mal no treino do FC Porto. Mais tarde o diagnóstico veio a revelar que o guarda-redes tinha sofrido um enfarte agudo do miocárdio.

Desde então que Casillas nunca mais usou o emblema do dragão ao peito dentro no relvado, entre os postes da baliza, rejeitando, no entanto, pendurar as botas.

Esta segunda-feira, meio ano após aquele dia marcante na carreira de um dos mais importantes guardiões da história do futebol moderno, o internacional espanhol recorreu às redes sociais para assinalar o momento, partilhando uma fotografia das suas chuteiras, ainda com terra e relva entre os pitões, para escrever que “há seis meses e três dias que estavam no cacifo”.

Em setembro deste ano, numa visita às instalações do Club Fútbol Pozuelo, que é apoiado pela Fundação Iker Casillas, o guarda-redes portista revelou que estará sob avaliação até março de 2020 e que só nessa altura é que tomará uma decisão final sobre a continuidade da sua carreira garantindo que “se houver algum risco, o primeiro que não o tomará” será o próprio.

Casillas chegou ao FC Porto há quatro anos, na temporada 2015/16, depois de ter representado o Real Madrid durante 25 anos. De azul e branco conquistou uma Supertaça Cândido de Oliveira e um campeonato nacional.

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