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Cartões de visita do futuro já são o presente

Este artigo tem mais de 1 ano

Um dos imperativos da Websummit é o networking, mas nem tudo é positivo. Ao fim do dia os bolsos estão cheios de papéis, cartões que a maioria das vezes acabam perdidos. Muitas vezes nem saem do recinto do evento, bastando olhar para o chão da FIL para encontrar um, ou outro. Um jovem com 17…

David Pilarčik tem 17 anos e já tem como clientes a Accenture eslovaca e o Governo desse país. Tudo porque criou um cartão de visita físico, mas digital. Isto é, um cartão ecológico, feito de materiais renováveis, que tanto pode ser de plástico, madeira ou metal, e que basta aproximar do telefone da pessoa que se está a conhecer para partilhar todos os dados de visita. Como se de um cartão multibanco contactless se tratasse.

A ideia deste aluno do secundário, e dos co-fundadores da Benly, começou a ganhar contornos numa visita de estudo a uma conferência a Praga, onde o professor que os acompanhava não quis que usassem cartões de visita por achar que seria apenas papel para deitar fora.

Este retângulo inovador cativou logo um empresário nessa mesma conferência, mas a barreira linguística fez com que voltassem para a Eslováquia sem nada concretizado, mas com uma ideia. Foi exatamente nessa ideia que trabalharam até hoje poder estar em prática e já com centenas de clientes.

O cartão de visita ecológico custa entre 25 a 90 euros consoante o material e o tempo que se pretende que esteja ativo. Mas estes criativos não pararam por aqui e têm outro produto que é um cartão de visita que se usa no dedo: um anel.

Na Websummit procuram “conexões”, tentar arranjar mais clientes, financiamento e David Pilarčik confessa ao SAPO24 que também os motivou a possibilidade de “faltar à escola”. 

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