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ARS Norte não recebeu “nenhum alerta de possível surto” de Gripe A associado ao Vodafone Paredes de Coura

Este artigo tem mais de 3 anos

Apesar de terem surgido relatos nas redes sociais de casos de Gripe A ou sintomas associados ao vírus influenza A, após participação no festival Vodafone Paredes de Coura, no distrito de Viana do Castelo, a Administração Regional De Saúde Do Norte (ARS Norte) nega ter conhecimento de um surto.

Questionada pelo SAPO24 quanto à existência de casos de Gripe A associados à presença no festival Vodafone Paredes de Coura, depois de relatos partilhados nas redes sociais, a ARS Norte refere que “a Autoridade de Saúde territorialmente competente na área geográfica em apreço informa ser desconhecida a ocorrência das situações relatadas, não tendo sido identificada, nem lhes tendo sido comunicada, qualquer anomalia durante o referido festival ou casos de doença associados ao referido evento”.

“De referir ainda que o nível regional também não rececionou nenhum alerta de possível surto, de qualquer origem, relacionado com o festival Paredes de Coura”, é explicado na resposta enviada.

Já a Direção-Geral da Saúde (DGS) remeteu resposta para a Autoridade de Saúde da Região ou para a ARS Norte, uma vez que “estas questões são tratadas no âmbito local”.

De acordo com o site do SNS24, os sintomas da Gripe A são semelhantes aos provocados pela gripe sazonal: febre, tosse, nariz entupido e dor de garganta. Há ainda a possibilidade de ocorrência de outros sintomas como dores corporais ou musculares, dor de cabeça, arrepios, fadiga ou vómitos ou diarreia.

Numa conferência de imprensa, em Paredes de Coura, para fazer o balanço do 28.º Vodafone Paredes de Coura 2022, que aconteceu entre 16 e 20 de agosto, João Carvalho classificou esta edição como a “melhor de sempre”.

“Estivemos dois anos parados. Foram dois anos super complicados, em que (…) mantivemos toda a estrutura, todas as nossas obrigações e conseguimos voltar em grande, provavelmente com a melhor edição de sempre em todos os aspetos. Em termos de público, em termos de grandes concertos e em termos de organização”, declarou.

O festival deste ano foi também o que recebeu mais campistas desde sempre. “Tivemos cerca de 16 mil pessoas a acampar e, portanto, é elucidativo das condições que temos, mas também da ânsia que as pessoas tinham de vir para Paredes de Coura, este pequeno milagre que se faz no Alto Minho”, concluiu.

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