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2017 em revista. Ainda se recorda destes acontecimentos?

Este artigo tem mais de 8 anos

Amámos pelos dois, sofremos por muitos mais. Em período de balanços, é hora de fazer contas ao ano que termina. Dos incêndios de norte a sul à passagem do Papa Francisco por Portugal. Da América de Donald Trump ao Zimbabué que já não é de Robert Mugabe. 2017 foi um ano de emoções, mas será…

Em 2017 a atualidade esteve à distância de outro swipe. Mais rápida, mais mobile, das breakings news (últimas horas) às fake news (notícias falsas), o jornalismo cada vez mais digital voltou a falar e a pensar sobre si. Pelos ecrãs – dos que repousam em casa aos que nos seguem por todo o lado – assistimos aos acontecimentos que marcaram o ano.

Em 2017 levámos a língua portuguesa mais longe, pela voz de Salvador Sobral. Renovámos a fé, com a vinda do Papa Francisco até Fátima, como peregrino. Redobrámos esperanças, por aqueles que levam as quinas ao peito e o sonho nos pés rumo à Rússia.

Em 2017, o verde deu lugar ao negro e a solidariedade uniu o país. As chamas colocaram o interior no centro do debate, mostrando que ainda há muito terreno por desbravar.

Em 2017, debatemos identidades, questionámos fronteiras e colocámos barreiras. O mundo mudou, à velocidade de um míssil ou a 140 carateres de cada vez.

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