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Táxis. Associações pedem a taxistas que não ponham em causa a imagem do setor

Este artigo tem mais de 7 anos

Os dirigentes das associações que representam o setor do táxi pediram hoje aos profissionais que participam na manifestação, que vai no terceiro dia, para manterem a calma, salientando não ser “admissível” fazerem algo que prejudique a sua imagem.

Falando perante os taxistas presentes na Praça dos Restauradores, em Lisboa, ao início da tarde, o presidente da Federação Portuguesa do Táxi (FPT), Carlos Ramos, reiterou o pedido para que os colegas mantenham a calma e “não se deixem levar por provocações”.

“Há informação de que há alguma agitação à frente da avenida, é preciso é resistir, resistir e resistir de forma ordeira, não pondo em causa a imagem” da profissão, sublinhou o dirigente da FPT.

Também Florêncio Almeida, da ANTRAL, foi taxativo: “Não é admissível que algum dos nossos colegas faça algo que venha prejudicar a imagem que estamos aqui a transmitir”.

“Cada vez mais a manifestação de apoio a esta luta, que é justa, vai engrossando”, disse Carlos Ramos, acrescentando que “já chegaram ao Porto dezenas de automóveis de Gaia, da Maia e de Gondomar”, pelo que “já estão estacionadas 600 viaturas” a norte.

Entretanto, cerca de uma dezena de táxis de Loures juntaram-se à manifestação, tendo sido aplaudidos à chegada à baixa da cidade.

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