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Benfica “reafirma a sua convicção e confiança” em Paulo Gonçalves

Este artigo tem mais de 8 anos

O assessor jurídico do Benfica, Paulo Gonçalves, ficou na quarta-feira à noite proibido de contactar com os outros arguidos do processo ‘e-toupeira’, mas saiu em liberdade. Não muito depois de ser conhecida a coação, o clube reagiu ao despacho da juíza Cláudia Pina.

O clube encarnado fez um breve comunicado no seu site oficial onde reitera “total disponibilidade” para colaborar com as autoridades, assim como reafirma a confiança no seu assessor jurídico, Paulo Gonçalves, após serem conhecidas as medidas de coação dos arguidos no caso e-toupeira na noite de quarta-feira, dia 7 de março.

A mensagem do Sport Lisboa e Benfica, na íntegra:

“A Sport Lisboa e Benfica SAD reitera a sua total disponibilidade para colaborar de uma forma empenhada com as autoridades judiciais para o cabal esclarecimento deste processo, que desde ontem foi tornado oficialmente público, e reafirma a sua convicção e confiança de que o Dr. Paulo Gonçalves poderá no decurso do processo demonstrar a licitude de todos os seus procedimentos e condutas.”

Na terça-feira, a Polícia Judiciária deteve José Silva e Paulo Gonçalves, assessor jurídico do Benfica, no âmbito da operação ‘e-toupeira’, depois de ter realizado 30 buscas nas áreas do Porto, Fafe, Guimarães, Santarém e Lisboa, que levaram à apreensão de relevantes elementos probatórios.

Após o primeiro interrogatório judicial, o assessor jurídico da SAD benfiquista está indiciado por corrupção ativa e quatro crimes de violação do segredo de justiça, estes em coautoria com o técnico informático José Silva.

 

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