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Ampliação da urgência do hospital de Viseu arranca no início de novembro

Este artigo tem mais de 5 anos

As obras de alargamento e remodelação das instalações da urgência polivalente do Centro Hospitalar Tondela Viseu (CHTV) vão começar na primeira semana de novembro, concretizando um projeto que teve início em 2016.

“Embora tenha sido um processo moroso, pudemos hoje consignar a obra, cujo arranque ocorrerá no início do próximo mês, estando prevista a sua conclusão no prazo de 400 dias”, disse o presidente do conselho de administração do CHTV, Nuno Duarte.

Esta obra representa um investimento de cerca de 6,4 milhões de euros e conta com um apoio do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) de 4,6 milhões de euros.

O objetivo é, segundo Nuno Duarte, “criar as condições de infraestrutura e de equipamento” necessárias “para responder de forma adequada às solicitações das populações” e ao que está definido pela tutela “em termos de carteira de serviços e níveis de resposta dentro do Serviço Nacional de Saúde”.

A obra, numa área de mais 1.800 metros quadrados, permitirá “diferenciar a urgência polivalente com atendimento diário de mais especialidades, dotar a urgência de uma maior capacidade de atendimento em picos de grande afluência e tratar com conforto e dignidade” os doentes e os seus acompanhantes, acrescentou.

No entender do presidente do conselho de administração do CHTV, este projeto “reduzirá as assimetrias territoriais em matéria de acesso e de qualidade assistencial por via da redução dos tempos de espera e pela disponibilidade de mais serviços médicos diferenciados”.

Presente na cerimónia de consignação da empreitada, que decorreu no auditório do Hospital de São Teotónio, em Viseu, esteve o secretário de Estado da Juventude e do Desporto e coordenador regional para o combate à covid-19, João Paulo Rebelo.

“Esta pandemia trouxe ao de cima a consciência generalizada de que não há nada mais importante do que as pessoas, não há nada mais importante do que o nosso bem estar e a nossa saúde”, frisou João Paulo Rebelo, congratulando-se pelo arranque desta obra.

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